segunda-feira, 5 de abril de 2010
Metro do Porto: Novo Operador
A partir de hoje, a concessão da operação do Metro do Porto passa para a empresa ViaPorto (Grupo Barraqueiro e Mota Engil), abrindo assim uma nova fase neste importante meio de transporte e uma nova fase na organização dos trabalhadores. Apesar do novo operador, os direitos consagrados no actual AE mantêm-se.
Fotografia Ferroviária - Varela Pécurto
O fotografo Varela Pécurto retratou de uma forma singular uma época do
C.F. em Portugal, mote para tentar descobrir mais um pouco das
motivações e ir ao encontro das histórias desses momentos.
Para ver:
Páre, Escute, Olhe - É o título do documentário premiado de Jorge
Pelicano sobre a Linha do Tua ( http://bit.ly/bo7kK1 ). A estreia em
sala de cinema é no dia 8 de Abril.
Entrevista com o Realizador:
Parte 01 - http://bit.ly/17lKcA
Parte 02 - http://bit.ly/TzPvR
OesteModel - Exposição de Modelismo ( http://bit.ly/ag27yu ) que se
vai realizar nos dias 10 e 11 de Abril no Vimeiro.
O programa - http://bit.ly/bVrvHj
A 12 à hora - Foi o título de uma reportagem que andou pelo éter da
rádio na Anténa da TSF, com o vouguinha ( http://bit.ly/9NqfsH ),
sobre a Linha do Vouga. Comboios, linhas e mais do que paisagem.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Reabertura da circulaçao de comboios na linha do Douro
Informamos os leitores que hoje 01 Abril de 2010, foi reaberto pela CP comboios de Portugal a circulaçao de comboios na linha do Douro entre Tua e Pocinho. Lembramos ainda que já está disponivel ao publico a venda de bilhetes do serviço a vapor no Douro que será efectuado no Verao, conforme já aqui havia sido postado.
A proposito aqui fica um album historico da linha do Douro
A proposito aqui fica um album historico da linha do Douro
Lisboa: Refer cria estacionamento para bicicletas
Desde este mês d Março que nas estações de comboios de Santa Apolónia e Cais do Sodré, em Lisboa, têm parques de estacionamento para bicicletas.
Em comunicado, a Rede Ferroviária Nacional (Refer) refere que está a estudar a criação de espaços semelhantes no resto do País.
Para já, a Refer arranca com esta iniciativa na cidade de Lisboa. Para breve está prevista a instalação de “suportes para estacionamento de bicicletas na estação de Entrecampos” e está em fase de planeamento a criação de espaços semelhantes no Rossio, Roma/Areeiro, Sete Rios e em Campolide.
O objectivo desta iniciativa é, segundo a Refer, “promover cidades sustentáveis.
Lusa
Em comunicado, a Rede Ferroviária Nacional (Refer) refere que está a estudar a criação de espaços semelhantes no resto do País.
Para já, a Refer arranca com esta iniciativa na cidade de Lisboa. Para breve está prevista a instalação de “suportes para estacionamento de bicicletas na estação de Entrecampos” e está em fase de planeamento a criação de espaços semelhantes no Rossio, Roma/Areeiro, Sete Rios e em Campolide.
O objectivo desta iniciativa é, segundo a Refer, “promover cidades sustentáveis.
Lusa
PSP - Patrulhas vão de comboio
Sintra: Polícias de Intervenção Rápida sem carrinhas obrigados a improvisar
A última carrinha disponível para servir as cinco Equipas de Intervenção Rápida (EIR) da Divisão da PSP de Sintra avariou-se anteontem à tarde. Dias antes, a outra viatura apta também tinha ‘encostado’. Os agentes da EIR escalados para trabalhar viram-se assim obrigados a ir de comboio de Queluz para Massamá, onde os aguardava uma missão de patrulha feita a pé.
As cinco EIR da PSP de Sintra têm 35 agentes que, além da patrulha, repõem a ordem pública em desordens. Recorde-se que a Divisão policial de Sintra tem oito esquadras, e serve uma área com cerca de 400 mil habitantes. Trabalhando por turnos, os elementos das EIR dispunham apenas de duas carrinhas devidamente equipadas para o tipo de serviço de que estão incumbidos.
No domingo, um dos dois veículos de transporte dos agentes avariou. Dois dias depois, aconteceu o mesmo à viatura que restava. "Se até aí já aconteciam situações de agentes das EIR que tinham de ir para os locais de patrulha a pé, e trabalhar também apeados, depois disso os agentes das EIR de Sintra viram-se obrigados a fazer isso", disse ao CM fonte policial.
Anteontem, a ausência de transportes levou mesmo um grupo de elementos de uma das EIR a deslocar-se, de Queluz para Massamá, de comboio. José Mendes, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP) de Lisboa, denunciou esta situação como "uma das mais graves relativas a falta de viaturas do comando da PSP de Lisboa". "Temos relatado esta situação ao Comando, à Direcção Nacional e ao Governo, mas não há resolução", concluiu José Mendes.
Miguel Curado
in Correio da Manha
A última carrinha disponível para servir as cinco Equipas de Intervenção Rápida (EIR) da Divisão da PSP de Sintra avariou-se anteontem à tarde. Dias antes, a outra viatura apta também tinha ‘encostado’. Os agentes da EIR escalados para trabalhar viram-se assim obrigados a ir de comboio de Queluz para Massamá, onde os aguardava uma missão de patrulha feita a pé.
As cinco EIR da PSP de Sintra têm 35 agentes que, além da patrulha, repõem a ordem pública em desordens. Recorde-se que a Divisão policial de Sintra tem oito esquadras, e serve uma área com cerca de 400 mil habitantes. Trabalhando por turnos, os elementos das EIR dispunham apenas de duas carrinhas devidamente equipadas para o tipo de serviço de que estão incumbidos.
No domingo, um dos dois veículos de transporte dos agentes avariou. Dois dias depois, aconteceu o mesmo à viatura que restava. "Se até aí já aconteciam situações de agentes das EIR que tinham de ir para os locais de patrulha a pé, e trabalhar também apeados, depois disso os agentes das EIR de Sintra viram-se obrigados a fazer isso", disse ao CM fonte policial.
Anteontem, a ausência de transportes levou mesmo um grupo de elementos de uma das EIR a deslocar-se, de Queluz para Massamá, de comboio. José Mendes, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP) de Lisboa, denunciou esta situação como "uma das mais graves relativas a falta de viaturas do comando da PSP de Lisboa". "Temos relatado esta situação ao Comando, à Direcção Nacional e ao Governo, mas não há resolução", concluiu José Mendes.
Miguel Curado
in Correio da Manha
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